Em tempos de polarização e desesperança, que outras possibilidades de ver, ser, saber e fazer habitam no fazer musical coletivo? Aqui nós iremos não só falar, mas também experimentar como a música pode ser algo não reservado apenas para palcos e artistas, mas um processo colaborativo, vivo, pulsante, pautado na escuta profunda e na expressão única de cada ser. Traga seu primeiro instrumento: seu corpo!