Júlia Castro

umgrauemeio
Bióloga, e desde a faculdade, carrega uma paixão por entender como o fogo transforma a vida nos ecossistemas. No mestrado, aprofundou-se em práticas de agricultura regenerativa, unindo ciência e técnicas sustentáveis. Sua trajetória profissional sempre esteve ligada a aproximar pessoas da natureza e gerar impacto positivo. Em Paraty, planejou e conduziu atividades em diversos temas ambientais, encantando visitantes em uma das áreas de Mata Atlântica mais conservadas do país. Depois, coordenou um programa nacional de educação ambiental, apoiando o desenvolvimento de conteúdos, criando estratégias de engajamento e métodos de avaliação que inspiraram novos olhares em diferentes regiões do Brasil. Em seguida, liderou projetos de aprendizagem para adultos e mergulhou no universo de experiência e sucesso do cliente, ampliando sua visão sobre impacto e relacionamento. Hoje, na umgrauemeio, aquela paixão inicial pelo estudo do fogo se transformou em ação concreta. Júlia coordena iniciativas de impacto socioambiental, conduz projetos como o Abrace a Floresta e trabalha para conectar tecnologia e pessoas, protegendo territórios e gerando mudanças reais.

ONDE ESTAREI

Incêndios florestais versus ar limpo construindo soluções estruturantes e comunidades
COP30
24/10
10:00
Heloisa Ribeiro
Alexandre Batista
Júlia Castro
Roberta Mourão
Osmar Bambini
Sala 2
Incêndios florestais versus ar limpo: construindo soluções estruturantes e comunidades
Incêndios não afetam apenas a floresta: eles comprometem a qualidade do ar e a vida das comunidades. Neste painel, trazemos o exemplo inspirador do Marajó com a Brigada Feminina Filhas do Fogo. A iniciativa, apoiada pelo Sistema Pantera, pelo Instituto Ar e pelo Clean Air Fund, mostra como ciência, tecnologia e financiamento climático podem se unir à força comunitária para desenvolver soluções estruturantes que protegem territórios, florestas e o ar que todos respiramos.