Amazônia Regenerativa: novos caminhos para financiar o futuro

A Amazônia está no centro da transição para uma economia que restaura ecossistemas e gera prosperidade local. Este painel apresenta como a economia da restauração, as concessões florestais, as cadeias de valor sustentáveis e os sistemas agroflorestais (SAFs) podem estruturar economias regenerativas na região. São discutidos os mecanismos de financiamento que viabilizam essa transformação — de fundos públicos e internacionais a instrumentos privados e de impacto, como blended finance, créditos de carbono e concessões de restauração. Mais do que falar de finanças, o encontro propõe refletir sobre como o capital pode regenerar a Amazônia, conectando investidores, governos e comunidades na construção de um novo modelo de desenvolvimento: restaurar para prosperar.
23/10
transferir - Olavo Makiyama
Olavo Makiyama
The Nature Conservancy
Formado em ciências contábeis pela USP e possui pós-graduação em políticas públicas pela UNIFESP. Profissional focado no desenvolvimento de projetos estruturantes e sustentáveis (ESG), com 17 anos de experiência em financiamento e gestão de projetos relacionados à agricultura familiar, soberania e segurança alimentar, e bioeconomia da floresta amazônica. Atualmente na TNC, lidera a estratégia para áreas públicas, incluindo a agenda de florestas e águas doces, com foco na conservação e restauração na Amazônia, por meio de soluções baseadas na natureza, parcerias público-privadas e políticas públicas — incluindo concessões de restauração viabilizadas por mercados de carbono.

Amazônia Regenerativa: novos caminhos para financiar o futuro

A Amazônia está no centro da transição para uma economia que restaura ecossistemas e gera prosperidade local. Este painel apresenta como a economia da restauração, as concessões florestais, as cadeias de valor sustentáveis e os sistemas agroflorestais (SAFs) podem estruturar economias regenerativas na região. São discutidos os mecanismos de financiamento que viabilizam essa transformação — de fundos públicos e internacionais a instrumentos privados e de impacto, como blended finance, créditos de carbono e concessões de restauração. Mais do que falar de finanças, o encontro propõe refletir sobre como o capital pode regenerar a Amazônia, conectando investidores, governos e comunidades na construção de um novo modelo de desenvolvimento: restaurar para prosperar.