Entre distopias e utopias: sonhar é pop: a cultura pop como linguagem de futuros possíveis

Entre utopias e distopias, a cultura pop molda a forma como imaginamos (e tememos) o futuro. Esta conversa investiga o pop como linguagem coletiva e força de construção de futuros. Do K-pop ao B-pop, das distopias hollywoodianas às utopias tropicais, surge uma provocação: se o futuro é feito das histórias que contamos e dançamos, como sonhar um novo mundo?
image-3 - Camila Andrade
Cami Andrade
Omelete Company
Psicóloga e curadora de conversas improváveis entre a cultura pop e o mundo dos negócios. Já passou por inovação, branding e saúde mental e segue conectando tudo o que parece desconexo. Hoje, cuida da curadoria e gerencia o Unlock CCXP, o fórum de negócios do entretenimento da maior ComicCon do mundo, onde traduz tendências globais e o poder da cultura pop brasileira em experiências e estratégias. Acredita que entender o futuro é, antes de tudo, entender as pessoas e que o pop é uma linguagem de inteligência coletiva.

Entre distopias e utopias: sonhar é pop: a cultura pop como linguagem de futuros possíveis

Entre utopias e distopias, a cultura pop molda a forma como imaginamos (e tememos) o futuro. Esta conversa investiga o pop como linguagem coletiva e força de construção de futuros. Do K-pop ao B-pop, das distopias hollywoodianas às utopias tropicais, surge uma provocação: se o futuro é feito das histórias que contamos e dançamos, como sonhar um novo mundo?