O Brasil na Metacrise: que tipos de liderança precisamos?

A liderança tradicional fracassou. O que vem depois? Quais capacidades e consciências precisamos desenvolver para navegar crises sistêmicas e criar sociedades que valham a pena? Qual o papel da juventude e o que as diferentes gerações de lideranças têm a aprender umas com as outras?
24/10
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Renato Souza
FGV EAESP
Atualmente, atua como professor na FGV EAESP nos cursos de graduação e mestrado profissional em Administração de Empresas. Atuou por cerca de 25 anos como executivo de Gestão de Pessoas em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Bens de Consumo, Serviços Financeiros e Educação.
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Cássius Carvalho
Coletivo MettaTropical
Aprendiz autodirigido, metadesigner e pesquisador da metacrise que há 6 anos vive a pergunta: como criar sistemas que afirmam a vida, que apoiam o florescimento de todos os seres, e que nos permitem jogar a vida colaborativamente, coordenando na direção de futuros mais sábios e regenerativos? Aos 17 anos escolheu não ir pra faculdade, foi o primeiro participante latino-americano aceito em um programa altamente competitivo de aceleração de carreira no Vale do Silício, e aos 19 foi responsável por gerir mais de U$4 milhões numa startup de IA. Essa experiência o desiludiu de uma visão de mundo tecno-solucionista e então desde 2019 vem pesquisando respostas sistêmicas à metacrise, integrando aprendizados nos campos de consciência, tecnologia, arte, design, aprendizagem, complexidade, regeneração e jogos, aplicando-os em vários projetos e iniciativas diferentes.
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Patricia Cotton
Upside Down Thinking
Especialista em transformação criativa de negócios, inovação, liderança criativa e originalidade. Fundou a Upside Down Thinking, que ajuda indivíduos e organizações a transformarem ideias novas e conhecimento intuitivo em realidade por meio de processos inusitados e da inversão do fluxo de pensamento. Fez uma jornada global para explorar com profundidade o tópico da mudança e o significado que ele possui para as organizações e as lideranças. Mediante uma viagem sabática que incluiu entrevistas com CEOs do mundo inteiro (passando pelo Vale do Silício, pela Ásia e por um retiro em um templo budista na Alemanha), escreveu a tese “Upside Down Thinking: how to systemize audacious change”, pesquisa que traz uma nova perspectiva sobre o processo de transformação, tanto pessoal quanto de negócios. É formada pela Berlin School of Creative Leadership — MBA executivo global com módulos na China, no Japão, nos EUA e na Alemanha — e pós-graduada em Marketing pela ESPM-RJ. Estudou Comunicação Social na PUC-RJ e na University of Leeds.

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A liderança tradicional fracassou. O que vem depois? Quais capacidades e consciências precisamos desenvolver para navegar crises sistêmicas e criar sociedades que valham a pena? Qual o papel da juventude e o que as diferentes gerações de lideranças têm a aprender umas com as outras?