Quando a inteligência artificial quer virar sua “amiga”

“A inteligência artificial passou a habitar o cotidiano, e os sentimentos em relação a isso são ambíguos. Ela veio para facilitar a vida ou para ameaçar o trabalho? Nesta nova edição do estudo IA na Vida Real, realizada um ano após a primeira, mergulhamos nas transformações do imaginário das pessoas diante da tecnologia. A pesquisadora apresenta o comparativo entre 2024 e 2025 e revela dados e nuances sobre como evoluíram as percepções de funcionalidade, confiança e preocupação com a entrada massiva da IA na vida de brasileiras e brasileiros. Entre a busca por eficiência e a artificialização dos afetos, a palestra propõe uma pergunta central: como queremos nos relacionar com essa tecnologia, no trabalho e na vida? Baseado em um estudo com mais de 1.200 participantes, o encontro convida à reflexão sobre o que, afinal, significa viver com inteligência artificial.”
Carla Mayumi
Carla Mayumi
Talk Inc
Sócia da TALK INC, pesquisadora e curadora de conteúdo que trabalha há mais de 15 anos no cruzamento entre ciências sociais e tecnologias emergentes. A última pesquisa em que estava envolvida foi IA na Vida Real, sobre como as pessoas no Brasil estão vivendo essa nova tecnologia. Como curadora de conhecimento do KES.do, tem investigado hubs de inovação no mundo para conhecer pessoas que elaboram novos futuros e que estão na vanguarda do pensamento, redesenhando a forma como vivemos, trabalhamos e fazemos negócios. É coautora dos livros Volta ao Mundo em 13 escolas, Mkt Thinkers e da ficção infanto-juvenil Vote Nelas. Como coordenadora de pesquisas sociais, esteve por trás de projetos como “O Mundo Infinito dos Gamers”, “Juventudes Brasileiras” e “Meninos – Sonhando os Homens do Futuro”.

Quando a inteligência artificial quer virar sua “amiga”

“A inteligência artificial passou a habitar o cotidiano, e os sentimentos em relação a isso são ambíguos. Ela veio para facilitar a vida ou para ameaçar o trabalho? Nesta nova edição do estudo IA na Vida Real, realizada um ano após a primeira, mergulhamos nas transformações do imaginário das pessoas diante da tecnologia. A pesquisadora apresenta o comparativo entre 2024 e 2025 e revela dados e nuances sobre como evoluíram as percepções de funcionalidade, confiança e preocupação com a entrada massiva da IA na vida de brasileiras e brasileiros. Entre a busca por eficiência e a artificialização dos afetos, a palestra propõe uma pergunta central: como queremos nos relacionar com essa tecnologia, no trabalho e na vida? Baseado em um estudo com mais de 1.200 participantes, o encontro convida à reflexão sobre o que, afinal, significa viver com inteligência artificial.”