Ruínas Florestais: a sabedoria indígena como futuro possível nas megalópoles

“O fotógrafo e jornalista Rafael Vilela apresenta Ruínas Florestais, um projeto que revela a resistência e o conhecimento ancestral do povo Guarani-Mbyá na maior cidade da América Latina. A partir da convivência com a comunidade do Jaraguá — guardiã de um dos últimos fragmentos de Mata Atlântica dentro de São Paulo — Rafael propõe uma reflexão sobre o colapso ambiental e espiritual das cidades modernas. Como podemos aprender com as visões indígenas de mundo para repensar nossos modos de vida, consumo e relação com a Terra? Imagens e experiências se unem aqui como manifesto por outro futuro possível, onde o saber indígena não é passado, mas caminho.”
23/10
Rafael Vilela (1920x1200)
Rafael Vilela
Fotógrafo independente
Fotógrafo brasileiro e documenta a crise climática em seu país. Ele foi um dos fundadores da Mídia NINJA, um hub de jornalismo independente que desafiou e reformulou o cenário da mídia brasileira durante a ascensão das redes sociais em 2013. Seu projeto atual ‘Ruínas Florestais’, que narra a resistência da comunidade indígena Guarani-Mbya nas periferias de São Paulo, foi premiado com as bolsas ‘Explorer’ da National Geographic Society (2022), ‘Global Fellow’ da Catchlight (2022), ‘The Alexia Environmental Change Grant’ (2024) e do Poy Latam (2025), além de ter sido finalista do prêmio Leica Oskar Barnack (2023). Em 2023, participou como lead photographer na série de reportagens “The Amazon, Undone”, do The Washington Post, finalista no prêmio Pulitzer na categoria Explanatory Report.

Ruínas Florestais: a sabedoria indígena como futuro possível nas megalópoles

“O fotógrafo e jornalista Rafael Vilela apresenta Ruínas Florestais, um projeto que revela a resistência e o conhecimento ancestral do povo Guarani-Mbyá na maior cidade da América Latina. A partir da convivência com a comunidade do Jaraguá — guardiã de um dos últimos fragmentos de Mata Atlântica dentro de São Paulo — Rafael propõe uma reflexão sobre o colapso ambiental e espiritual das cidades modernas. Como podemos aprender com as visões indígenas de mundo para repensar nossos modos de vida, consumo e relação com a Terra? Imagens e experiências se unem aqui como manifesto por outro futuro possível, onde o saber indígena não é passado, mas caminho.”